Angústia: um sentimento delicado e difícil de se compreender

Angústia: um sentimento delicado e difícil de se compreender

“Sofrer de angústia pode até ser legal em páginas de livros e declamações de versos, mas na vida real não chega nem perto de ser belo.

(…)

Apesar de não se saber ao certo o motivo, a angústia apresenta indícios no comportamento de quem sofre com ela. O primeiro desses indicativos é a dificuldade de decisão (…). Outro comportamento que é sinal de angústia se mostra mais fácil de ser notado: o isolamento social. “A pessoa que sofre de angústia normalmente se mostra mais inquieta, como se não conseguisse controlar aquela sensação de opressão que está sentindo. Tende a se isolar, se irritar mais facilmente, ficar mais ansiosa, insegura e com pensamentos negativos”, explica a psicóloga Carolina Veras.

Além dos indícios, o indivíduo pode desenvolver doenças que estavam silenciosas caso tenha certa predisposição. Problemas como desinteresse sexual, fadiga crônica, transtornos alimentares, insônia ou excesso de sono também podem aparecer. “O sofrimento mental e emocional leva a doenças físicas de toda sorte, incluindo problemas cardíacos e pulmonares e até câncer. A mente e o corpo estão ligados. Quando um fica ruim, o outro fica ruim”, aponta o mestre espiritual Giridhari Das. Em outros casos, a angústia faz parte de um transtorno maior, como depressão, transtorno do pânico ou esquizofrenia. Carolina Veras aponta que a descoberta do sentimento de angústia, muitas vezes, vem quando ele começa a afetar o dia a dia da pessoa, impedindo esta de trabalhar, sair de casa, ter relacionamentos. É aí também que ela precisa buscar uma ajuda profissional.”

 

Texto: Fabio Toledo.

Matéria completa disponível no Portal Alto Astral: https://goo.gl/13kKAu

A pontualidade diz muito sobre as pessoas, aponta pesquisa

A pontualidade diz muito sobre as pessoas, aponta pesquisa

O programa Balanço Geral da TV Record exibiu uma matéria sobre uma pesquisa que diz que, a pontualidade diz muito sobre as pessoas.

Chegar atrasado é um problema sério e afeta uma em cada cinco pessoas. Após muitos estudos, pesquisadores conseguiram traçar a personalidade de quem tem problemas com horário, descobrindo que são: procrastinadoras, que adoram sentir adrenalina e são otimistas.

Na matéria, falo sobre as pessoas que são procrastinadoras, mais preguiçosas, menos proativas, com mais dificuldades de se organizarem. Mas há casos de pessoas que gostam de viver com adrenalina, como se precisassem daquele friozinho na barriga o tempo todo. E isso, a longo prazo, não faz bem.

Esse tipo de pessoa, que tem o costume de se atrasar, geralmente acha que vai estar tudo bem, que nada vai acontecer, mas cumprir horários é uma maneira de demonstrar respeito ao próximo.

 

Assista a matéria completa no link: https://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/balanco-geral-rj/videos/compromisso-com-horarios-diz-muito-sobre-as-pessoas-aponta-pesquisa-14112017

 

Entrevista sobre Síndrome do Pânico para o Jornal Meia Hora

Entrevista sobre Síndrome do Pânico para o Jornal Meia Hora

Os casos de violência como assaltos e arrastões são cada vez mais comuns, principalmente nas capitais brasileiras, e isso pode causar problemas psicológicos como a síndrome do pânico.

Segundo a Psicóloga Carolina Veras do Espaço Vitale, a violência do dia a dia faz com que as pessoas fiquem mais alertas e preocupadas, gerando estresse e ansiedade. Se a pessoa já tem predisposição genética para ser ansiosa, casos de problemas psicológicos são provocados pelo aumento dessa ansiedade.

“Quando a pessoa já está ansiosa e acontece o estímulo do ambiente como a violência, a ansiedade piora. Isso pode acarretar problemas como a Síndrome do Pânico, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), ansiedade generalizada e Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT)” explica.

Apesar disso, Caroline conta que é preciso diferenciar crise de pânico de ansiedade propriamente dita.

Muita gente não sabe, mas são coisas totalmente diferentes. A ansiedade é uma reação natural a uma preocupação como coração disparado. Já a crise de pânico é o medo dessas reações; a pessoa sente esse sintoma de ansiedade e sente medo, acha que vai enlouquecer, enfartar, morrer”, detalha.

Quando o problema começa a causar prejuízo social, é preciso procurar um psicólogo. “A Síndrome do Pânico vem, às vezes associada à agorafobia (medo de lugares onde a pessoa não se sinta segura). A terapia vai ajudar o paciente a entender que os sintomas da ansiedade são desagradáveis, mas não são perigosos. Quanto preciso, fazemos tratamento em parceria com um Psiquiatra, que receita medicações”, diz.

Estresse e ansiedade a longo prazo, segundo Carolina, podem causar pressão alta, obesidade e compulsão alimentar.

TRATAMENTO SEM INTERRUPÇÕES:

Moradora de Belo Horizonte, a musa fitness Jordana Guimarães teve síndrome do pânico após ser assaltada três vezes na capital mineira. “Tenho medo de ir à rua, Parece que estou entrando numa zona de guerra, em que corremos riscos de vida. Isso me causa pânico, cheguei a procurar um médico que me disse que eu estava com princípio de síndrome do pânico. Tomei remédio por um tempo e continuei com medo de viver. Por isso, o medo de sair à rua continua. Em vez de ir ao médico, quero buscar um melhor logar para viver”, conta ela, que pensa em sair do Brasil.

Carolina aconselha que o tratamento não seja interrompido sem autorização. “A terapia e a medicação ajudam muito, mas é preciso fazer o tratamento até o fim. Os remédios receitados pelo psiquiatra geralmente um antidepressivo tarja vermelha e um ansiolítico, não causam dependência se usados da forma correta.

Papo de Almoço com Adriane Galisteu, Personalidade Forte

Papo de Almoço com Adriane Galisteu, Personalidade Forte

No dia 22 de novembro participamos do programa Papo de Almoço @papodealmocorg com Adriane Galisteu @galisteuoficial da Nova Rádio Globo.

O programa contou com a minha participação (@carolinaveraspsi) e com a participação da atriz Suzana Vieira, @ da cantora Valesca Popozuda e teve como tema a “personalidade forte”.

Dentre os diversos assuntos ligado ao tema, eu falei sobre a importância de se conhecer para saber o que te faz feliz e as pessoas que tem personalidade forte, tem mais facilidade para identificar as coisas que trazem felicidade, suas convicções, sem se preocupar com a aceitação das outras pessoas. Expor seus pensamentos e suas vontades sem se preocupar com o julgamento ou a validação pelos outros.

Confira o vídeo do programa disponível em: https://www.facebook.com/PapodeAlmocoRG/videos/311868372661145/

A Ciência da Felicidade

A Ciência da Felicidade

O jornal EXTRA publicou no dia 20/11 a matéria “Saiba o que é a ‘psicologia positiva’ e como utilizá-la para ser mais feliz no dia a dia“.

Na matéria, que conta com a minha colaboração, eu explico que o foco é promover a felicidade, reformulando o estilo de vida, explorando as qualidades humanas e as reações pró-sociais, como a empatia, o altruísmo, a gratidão, o vínculo e o amor.

Quem não quer ser feliz todos os dias? Atingir a felicidade é o desafio da humanidade, mas o segredo pode estar em ações simples, que a manterão presente no cotidiano. A teoria é chamada de “psicologia positiva”. Em vez de esperar longos anos para comemorar a aquisição da casa própria, celebre a economia feita a cada dia, por exemplo. Também não espere receber um elogio para ficar contente. Elogie, você mesmo, um colega de trabalho. Pequenos atos estão na origem de uma vida feliz.

Teorias ligadas à psicologia positiva, como a da psicóloga russa Sonja Lyubomirsky, afirmam que a felicidade está baseada em três fatores: genética (50%), circunstâncias de vida (10%) e atividades intencionais (40%).

a ciência da felicidade - psicologia positiva

Confira a matéria completa em: https://goo.gl/gLypY1